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????“A história do troféu” #6????

????“A história do troféu” #6????

Contámos recentemente a história do primeiro título regional universitário do Instituto. Foi na época de 2002–2003, no final duma época dura, mas extremamente saborosa e recompensadora. Mas nessa época não ficámos por aí e tivemos muito perto de algo mais.

No Nacional Universitário, disputado nas Caldas da Rainha, disputámos a fase de grupos no Municipal de Óbidos. Um grupo complicado onde tínhamos de jogar com Leiria, Lusófona e Agronomia. Após duas vitórias nas duas primeiras jornadas, eis que poupando alguns jogadores conseguimos mais uma vitória, por 1–0, diante de Agronomia, concluindo a fase de grupos com o 1º lugar no grupo, e um trajeto 100% vitorioso.

À hora da meia final deslocámo-nos para o campo de Rugby das Caldas e lá chegados descobrimos que estávamos no complexo errado. Saída a correr para o Campo da Mata onde defrontámos a Madeira. Sobre este jogo não há muito a dizer. Nota pessoal, vi o Instituto levar o maior vendaval e massacre de ataque de que me recordo, mas o espírito desta equipa já foi realçado. Resultado final 0–0 e mais uma vez, desempate por penaltis. A forma como acabou foi muito simples: Rodrigo Duarte a correr para a bola, o Bastos a dizer “acerta na baliza… acerta na baliza…”, e o Rodrigo acertou, carimbando o primeiro, e único, apuramento do Instituto para uma final do Nacional…

No dia seguinte, agora sim no Campo de Rugby das Caldas, um reencontro com Leiria. Um jogo equilibrado que ficou decidido numa decisão muito discutível do árbitro que assinalou um atraso ao guarda-redes, e os Leirienses que jogavam em casa não desperdiçaram.

Acabou por ser uma derrota inglória, mas tínhamos deixado a nossa marca. De tal forma que, meses depois no jantar do 92º aniversário da Associação dos Estudantes do Instituto Superior Técnico nos foi entregue esta placa, pelo reconhecimento do trabalho de um grupo que se viu refletido na dedicação, nos treinos, nos jogos, num título (e quase dois) inédito.

A homenagem ao grupo que tinha transformado a equipa que se juntava, trazia um saco da tropa com quatro bolas e jogava à bola, no grupo de trabalho que tudo preparava e veio a criar um caminho que nos levou até às conquistas recentes.

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