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Crónica — Jornada 4 do Inatel

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Atlético 2–2 TFC

Por razões óbvias ficamos sempre de pé atrás quando nos apresentam um kickoff às 9 horas de um domingo. No entanto, confesso que acabou por ser uma manhã muito bem passada. Isto claro, se retirarmos o resultado final da equação. Sim, não há como escondê-lo, perdemos 2 pontos.

A entrada em jogo foi fraca, um pouco ao estilo do presenteado na primeira jornada. Equipa sem intensidade e sem os níveis de agressividade exigidos num arranque de um jogo de Futebol.

Como tal, foi sem surpresa que assistimos ao golo inaugural do adversário. Um penalty cometido por Telmo, junto a face lateral direita da área, após o extremo contrário ter metido “para dentro”. A vantagem do Atlético culminava assim o seu domínio claro durante os dez minutos iniciais da partida.

Mas, e como bem o disse Vasco Marques na narração da transmissão em directo, talvez tenha sido o momento necessário para que o Técnico Futebol Clube acordasse de uma vez por todas. E assim foi!

Paulatinamente fomos ganhando os duelos individuais, fruto também de uma pressão mais eficaz, possibilitando depois adquirir a confiança necessária para trocar a bola e assumir o controlo do jogo. As chegadas à área contrária multiplicavam-se, e na sequência de um canto, na esquerda do nosso ataque, surge o penalty do empate. Barros converteu com classe, e estávamos definitivamente dentro do jogo e na luta pelos três pontos.

Tínhamos pouco mais de 10 minutos até ao intervalo, mas estes não foram suficientes para materializar a constante superioridade evidenciada logo após o golo sofrido.

11’???? 1–0 (pen);

25’⚽ 1–1, Barros (pen);

HT 1–1;

40’???? Bernardo (Anjo);

43’⚽ 1–2, Nuno (Hans);

49’???? Tomás (Guiomar);

64’???? Rosa (Mário);

70’???? Afonso (Tomás????);

79’???? 2–2;

FT 2–2;

No início do segundo tempo, registo para a primeira alteração do Gil, com Bernardo a substituir Anjo, e consequentemente a renovar forças no nosso middle of the park.

Volvidos três minutos, na sequência de um livre lateral, Hans consegue ganhar uma segunda bola na área adversária. De costas para a baliza, ganha a linha de fundo e cruza de forma perfeita para o seu companheiro de sector, Nuno, vencer o duelo aéreo e cabecear de forma certeira para o segundo golo.

Apesar do desacerto da nossa linha atacante, eram os centrais que combinavam para nos oferecerem a vantagem no marcador.

Era visível que o TFC estava claramente melhor, com a equipa compacta, a dominar em toda a linha, não permitindo qualquer chance de real perigo ao adversário, e continuando a conquistar oportunidades claras para poder ampliar a vantagem.

Destaque para Coelho em lance individual, a penetrar na área pela meia esquerda, e a rematar por cima. E pouco depois Simao, isolado a falhar de forma displicente quando tinha também um colega solto ao seu lado direito.

Por esta altura já Gil tinha promovido a estreia do Tomás, que infelizmente sairia 20 minutos depois lesionado, e também a troca de Rosa por Mário.

O TFC estava sem sombra de dúvida a realizar a exibição mais completa da época.

Mas o jogo só acaba ao apito do Árbitro, e a menos de 10 minutos para o término do encontro, o Atlético continuava a tentar partir o jogo mas sem criar nada de relevante. Sendo que a melhor situação seria anulada por fora de jogo, não sem antes Campanico sacar uma óptima defesa. No entanto, a vantagem era mínima…e normalmente já sabemos como isto acaba.

E pronto, no último minuto, com a equipa incompreensivelmente balanceada para o ataque, Rosa perde a bola a meio campo, e o Atlético aproveita o espaço deixado na nossa ala direita para conquistar um livre, muito duvidoso, junto à quina da área. A bola é batida junto ao primeiro poste, sendo que Campanico talvez pudesse ter feito mais (não ficou claro se a barreira abriu ou não).

Mesmo assim, nos descontos, ainda dispusemos de mais duas ofertas para fazer o 3–2. Na primeira Coelho foi muito infeliz, pois à saída do Keeper tentou o chapéu e acertou na barra. Na segunda, num contra ataque de 6 para 4, mais uma vez Simão não soltou quando devia, e depois encontra uma linha de passe para o único colega que estava em offside.

Resumidamente, dois pontos perdidos numa manhã de domingo.

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